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Foto : Vinícius Loures/Câmara dos Deputados |
Na terça-feira (2), Moro compareceu à reunião conjunta da CCJ; da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Direitos Humanos e Minorias da Câmara e durante mais de sete horas prestou esclarecimentos sobre denúncias publicadas pelo site The Intercept Brasil.
A reunião foi encerrada após desentendimentos entre parlamentares, a partir da fala do deputado Glauber Braga (Psol-RJ), de que Moro seria reconhecido pela história "como um juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão".
“Eu não vou pautar, no que depender de mim, convite mais. Eu não quero, pela minha sanidade mental, fazer outra reunião com Sérgio Moro sobre o mesmo assunto, porque já não vai levar a nada”, disse Francischini.
E acrescentou: “As mesmas perguntas sendo repetidas, um monte de agressão ao ministro, os deputados se agredindo dos dois lados. Então, para minha sanidade mental, não vou pautar mais isso. E convocação acho que não cabe”.
Do Metro1
A reunião foi encerrada após desentendimentos entre parlamentares, a partir da fala do deputado Glauber Braga (Psol-RJ), de que Moro seria reconhecido pela história "como um juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão".
“Eu não vou pautar, no que depender de mim, convite mais. Eu não quero, pela minha sanidade mental, fazer outra reunião com Sérgio Moro sobre o mesmo assunto, porque já não vai levar a nada”, disse Francischini.
E acrescentou: “As mesmas perguntas sendo repetidas, um monte de agressão ao ministro, os deputados se agredindo dos dois lados. Então, para minha sanidade mental, não vou pautar mais isso. E convocação acho que não cabe”.
Do Metro1