A ação de cobrança foi protocolada em 2019, após a advogada alegar que deixou de receber a remuneração referente aos serviços prestados durante mais de 18 anos. Em razão da prescrição, a cobrança se limitou a cinco anos do período total. A justiça determinou a realização de perícia contábil, cujo cálculo foi homologado pelo juízo de origem. E é nesse contexto que a advogada vem travando uma guerra com o Tribunal de Justiça do Pará para que a decisão seja cumprida.
Em Marabá, a advogada afirma que vem enfrentando resistências injustificadas por parte de magistrados e servidores. Chegou ao ponto, como já publicado em O Antagônico, de não só a magistrada titular, mas também vários servidores, incluindo auxiliares judiciários, analistas, assessores e servidores da secretaria, todos vinculados à unidade que deveria dar cumprimento ao processo, se julgaram suspeitos para atuar no feito.
Fonte: oantagonico.net.br